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Até onde alguém chega depois de entrar na sua rede

Partimos de dentro, como um funcionário mal-intencionado ou uma máquina já infectada. A partir desse ponto, medimos até onde é possível chegar: outras estações, servidores, o Active Directory e os dados que importam.

Execução
1 a 2 semanas
Posição
Dentro da rede
Reteste
Incluso

O que está incluso

  • Ponto de partida combinado: rede, VPN ou máquina cedida
  • Ataque ao Active Directory e às contas de serviço
  • Movimento lateral e escalada até administrador
  • Teste de segmentação entre redes e ambientes
  • Relatório técnico e executivo
  • Reteste das correções sem custo

O teste em detalhe

Quem cuida da segurança e quem aprova o orçamento procuram coisas diferentes. Escolha a sua leitura.

Ponto de partida
Combinamos como o teste começa: um ponto de rede, acesso de VPN, uma estação cedida ou a hipótese de um crachá perdido.
Active Directory
Kerberoasting, AS-REP roasting, abuso de ACL e de GPO, delegação e caminhos até Domain Admin com o BloodHound.
Movimento lateral
Pass-the-hash, pass-the-ticket, relay de NTLM e uso de credenciais encontradas pelo caminho.
Segmentação
Checamos se a rede de visitantes, a de produção e a de backup estão de fato separadas, como deveriam estar.

O perímetro não é mais a borda

Basta um phishing, um notebook perdido ou um fornecedor com acesso para alguém estar dentro da rede. O pentest interno começa exatamente desse ponto.

O Active Directory é o alvo central

Quem controla o Active Directory controla a rede inteira. Erros de configuração acumulados por anos costumam abrir um caminho curto até o administrador do domínio.

Segmentação no papel não é segmentação

Muita rede foi desenhada segmentada e deixou de ser com o tempo. O teste confirma se um acesso na área de visitantes chega ou não à produção.

Ransomware se move por dentro

Um ataque de ransomware não criptografa uma máquina só: ele se espalha pela rede. O pentest interno mostra por onde esse alastramento aconteceria.

O que você recebe

Caminho de ataque
O passo a passo do acesso inicial até o dado crítico, com cada técnica mapeada no MITRE ATT&CK.
Relatório técnico
Cada falha com evidência, comando usado, severidade (CVSS) e a correção, na ordem em que deve ser feita.
Relatório executivo
O risco em linguagem de negócio: o que um atacante interno conseguiria e o que corrigir primeiro.
Reteste e encerramento
Depois das correções, testamos de novo os mesmos pontos e emitimos o documento com o status final.

Um exemplo do que encontramos por dentro

Achados típicos de um pentest interno, do acesso inicial ao controle do domínio.

Relatório de pentest interno5 achados
  1. #01

    Kerberoasting em conta de serviço SQL

    Senha fraca de uma conta de serviço quebrada fora da rede abre acesso de administrador no banco de dados.

    Crítico
  2. #02

    Caminho até Domain Admin em 3 saltos

    Do primeiro acesso ao controle do domínio, por abuso de ACL encadeado, mapeado no BloodHound.

    Crítico
  3. #03

    Rede de visitantes alcança a produção

    Um convidado no Wi-Fi chega a servidores que deveriam estar isolados.

    Alto
  4. #04

    Senhas em compartilhamento aberto

    Planilha com credenciais em um compartilhamento de rede acessível a todo funcionário.

    Alto
  5. #05

    LLMNR e NBT-NS ligados

    Permite capturar e relecar credenciais de quem está na mesma rede.

    Médio

Reteste: 5 de 5 corrigidos

Exemplo com dados fictícios. O relatório real traz evidência, passos para reproduzir e recomendação de correção para cada achado.

Para quem é

  • Empresas com Active Directory e muitos usuários
  • Quem quer medir o risco de ransomware se alastrar
  • Indústrias com rede de TI e de automação (OT) juntas
  • Empresas em auditoria de ISO 27001, PCI DSS ou BACEN
  • Quem desenhou a rede segmentada e quer confirmar

Etapas

  1. 1

    Escopo

    Definimos o ponto de partida, os alvos proibidos e a janela. Contrato e NDA assinados antes de começar.

  2. 2

    Reconhecimento interno

    Mapeamos a rede, os serviços, o domínio e as contas a partir da posição combinada.

  3. 3

    Exploração

    Escalada de privilégio, movimento lateral e teste de segmentação, cada falha confirmada com evidência.

  4. 4

    Relatórios e reteste

    Entrega dos relatórios, reunião para tirar dúvidas e reteste depois que a sua equipe corrige.

Dúvidas sobre o pentest interno

Se a sua dúvida não estiver aqui, pergunte direto para a equipe.

Enviar uma pergunta
Qual a diferença entre pentest interno e externo?

O externo testa o que está exposto na internet, sem nenhum acesso prévio. O interno parte de dentro da rede e mede até onde alguém chega depois de já ter entrado. Os dois respondem a perguntas diferentes e costumam ser feitos juntos.

Precisamos liberar um acesso para vocês?

Sim. Combinamos o ponto de partida: um ponto de rede na sua sede, um acesso de VPN ou uma máquina virtual cedida. Também dá para enviarmos um equipamento que se conecta à rede.

O teste pode derrubar a rede?

É raro. Técnicas com risco de indisponibilidade só são usadas com autorização, e escopo, horários e limites são combinados antes. Ambientes sensíveis podem ser testados fora do horário comercial.

Vocês testam o Active Directory?

Sim, é o foco principal do teste interno. Procuramos caminhos de escalada até o administrador do domínio, abuso de contas de serviço e configurações herdadas que encurtam o ataque.

Serve para a nossa rede de automação (OT)?

Sim, com cuidado redobrado. Ambientes industriais têm equipamentos sensíveis, então combinamos uma abordagem mais conservadora e, quando possível, testamos em um ambiente espelhado.

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