Pular para o conteúdo
Acione nossa equipe de profissionais

O que um atacante vê da sua empresa pela internet

Começamos sem nenhuma informação, como um criminoso faria: só o nome da empresa. A partir daí mapeamos tudo que está exposto, procuramos a porta de entrada e provamos até onde ela leva.

Execução
1 a 2 semanas
Abordagem
Black-box
Reteste
Incluso

O que está incluso

  • Mapeamento da superfície exposta e de Shadow IT
  • Teste de sites, portais e APIs públicas
  • VPN, e-mail, DNS e serviços de acesso remoto
  • Busca por credenciais vazadas que ainda funcionam
  • Relatório técnico e executivo
  • Reteste das correções sem custo

O teste em detalhe

Quem cuida da segurança e quem aprova o orçamento procuram coisas diferentes. Escolha a sua leitura.

Descoberta
Subdomínios, faixas de IP, serviços e painéis esquecidos no ar. Encontramos o que nem sempre está no inventário.
Exploração
Falhas em aplicações web, serviços desatualizados, configurações expostas e autenticação fraca.
Credenciais vazadas
Cruzamos vazamentos conhecidos com os seus serviços de acesso para ver o que ainda abre a porta.
Sem informação prévia
Black-box de verdade: recebemos só o alvo, como um atacante externo que nunca viu a empresa por dentro.

Você expõe mais do que imagina

Um time sobe um subdomínio, outro publica uma API de teste, um painel fica no ar depois de uma migração. Nada disso passa pela segurança, e tudo fica visível para quem procura.

O atacante começa sem nada

Um criminoso real não recebe documentação nem usuário de teste. O black-box reproduz essa condição e mostra o que dá para fazer só com o que está público.

Credencial vazada é porta aberta

Senhas de funcionários aparecem em vazamentos o tempo todo. Se a VPN ou o webmail não exigem um segundo fator, uma dessas senhas basta.

O que é público é indexado

Buscadores, mecanismos de varredura e fóruns já catalogaram boa parte do que você expõe. O teste encontra isso antes que vire o ponto de partida de um ataque.

O que você recebe

Mapa da superfície exposta
Domínios, subdomínios, IPs e serviços que encontramos no ar, incluindo o que não estava no inventário.
Relatório técnico
Cada falha com evidência, passo a passo de reprodução, severidade (CVSS) e recomendação de correção.
Relatório executivo
O risco em linguagem de negócio: o que está exposto, o que um atacante faria e a ordem de correção.
Reteste e encerramento
Depois das correções, testamos de novo os mesmos pontos e emitimos o documento com o status final.

Um exemplo do que encontramos no perímetro

Achados típicos de um pentest externo, do mapeamento à porta de entrada.

Relatório de pentest externo5 achados
  1. #01

    Painel administrativo exposto sem MFA

    Tela de administração de um sistema interno publicada na internet, protegida só por senha.

    Crítico
  2. #02

    Credencial de VPN válida em vazamento

    Senha de um funcionário em um vazamento conhecido ainda abre a VPN, sem segundo fator.

    Crítico
  3. #03

    Subdomínio órfão sequestrável

    DNS aponta para um serviço desativado que outra pessoa pode registrar e usar com a sua marca.

    Alto
  4. #04

    API de teste em produção

    Endpoint de homologação no ar devolve dados reais de clientes sem autenticação.

    Alto
  5. #05

    Servidor com versão vulnerável conhecida

    Serviço desatualizado com falha pública aguardando exploração.

    Médio

Reteste: 5 de 5 corrigidos

Exemplo com dados fictícios. O relatório real traz evidência, passos para reproduzir e recomendação de correção para cada achado.

Para quem é

  • Empresas com muitos sistemas expostos na internet
  • Quem fez migração, fusão ou cresceu rápido
  • SaaS e e-commerce com perímetro grande
  • Empresas em auditoria de ISO 27001, PCI DSS ou BACEN
  • Quem nunca mapeou a própria superfície de ataque

Etapas

  1. 1

    Escopo

    Definimos os domínios e faixas no alvo e os limites. Contrato e NDA assinados antes de começar.

  2. 2

    Reconhecimento

    Mapeamos a superfície exposta, serviços e tecnologias, sem interagir de forma intrusiva.

  3. 3

    Exploração

    Buscamos e confirmamos a porta de entrada, com evidência de cada falha encontrada.

  4. 4

    Relatórios e reteste

    Entrega dos relatórios, reunião para tirar dúvidas e reteste depois que a sua equipe corrige.

Dúvidas sobre o pentest externo

Se a sua dúvida não estiver aqui, pergunte direto para a equipe.

Enviar uma pergunta
O que é um teste black-box?

É o teste em que a equipe não recebe nenhuma informação prévia: nem usuário, nem documentação, nem código. Só o alvo. Simula um atacante externo que nunca viu a empresa por dentro.

Qual a diferença para o pentest interno?

O externo testa o que está exposto na internet, de fora para dentro. O interno parte de dentro da rede e mede até onde alguém chega depois de entrar. Os dois costumam ser contratados juntos.

Vocês encontram sistemas que a gente nem lembra que existem?

Com frequência. Boa parte do risco externo está em subdomínios, painéis e APIs que ficaram no ar e saíram do radar. O mapeamento da superfície é parte do teste.

O teste atrapalha os sistemas em produção?

Os testes são controlados. Técnicas com risco de indisponibilidade só são usadas com autorização, e a janela de execução é combinada antes.

Precisa de acesso aos nossos sistemas?

Não para o teste externo black-box: trabalhamos só com o que está exposto. Se quiser cobrir também as áreas logadas, aí combinamos usuários de teste em um escopo separado.

Peça um pentest externo

Informe os domínios que quer testar. Em até 24h úteis você recebe escopo, prazo e preço fechados.

Fale com nosso time

Prefere conversar antes? Agende uma reunião ou escreva para info@xpsecsecurity.io.